Este corpo desorientado com a invasão de habitantes estranhos e com as veias sinestésicas congestionadas, é um habitante estranho dentro de si mesmo.
As artérias pulsando novos ruídos, passeiam por mim o som de outras almas.
Os gostos passados manchados na memória enganam a saudade, me deixam pela metade, tamanha é a maldade e o gosto da minha vontade.
Pelas entradas, recortes de outras vidas se colando um pouco em cada pessoa que passa. Passam tantas, algumas deixam rastros, algumas saem recortadas, outras não se sente quase nada.
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