vista sua fantasia mais bonita ,
caminhe para o espetáculo de novas visões fantásticas,
desprendam-se de seus ventres cansados
se despeça das velhas peças
atrás dos montes em sua mente te espera a chegada da nova era
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as máquinas ligadas em seu peito,o bater de seu coração...
os pensamentos começaram a se confundir com a transmissão da radio:aos espectadores.todos eles bem atentos.programando os fios de suas caixas memoriais para a espera do novo mundo, que não para nunca de chegar,brinquedos do futuro,
nunca param de chegar!
seus olhos estão bem acostumados com a velhice
das máquinas que te controlam,desligue-se!
caminhe em direção aos portais de seus espelhos
para que possam refletir os raios de sua essência
deixando a pintura de sua imagem enferrujada,
gravada na dimensão dos pobres de espírito
ligue-se!
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Sobre um poeta que dá voz aos mundos mudos
Sua imagem se retorce junto a sua aura reluzente,se confundindo com uma explosão galáctica
Você é feito de coisas belas,e toda beleza saindo de sua boca,provocando ouvidos surdos,amanhecendo docemente em outros
Está a sair de seus olhos uma névoa tão densa que a posso sentir passar por minhas veias e coração
O timbre de sua voz é como um sonho bom,passa pelo corpo feito arranha- céu ,seduzindo e alimentando a alma,transcendendo o espírito a dimensões malucas!
Sua presença nesse mundo é uma coisa linda,que ela prospere entre os vãos do infinito e se eternize como as estrelas no céu!
“Caminho lentamente e entro em contra-luz
E a garganta acende um verso sedutor
O corpo se agita e chove pelos olhos”....Cartola
Você é feito de coisas belas,e toda beleza saindo de sua boca,provocando ouvidos surdos,amanhecendo docemente em outros
Está a sair de seus olhos uma névoa tão densa que a posso sentir passar por minhas veias e coração
O timbre de sua voz é como um sonho bom,passa pelo corpo feito arranha- céu ,seduzindo e alimentando a alma,transcendendo o espírito a dimensões malucas!
Sua presença nesse mundo é uma coisa linda,que ela prospere entre os vãos do infinito e se eternize como as estrelas no céu!
“Caminho lentamente e entro em contra-luz
E a garganta acende um verso sedutor
O corpo se agita e chove pelos olhos”....Cartola
Da oligofrênia social
Lá vem aquele garoto novamente
de roupa surrada e cárie no dente
Lá vem ele com o vício esfumaçado no olhar
tracejando uma nuvem de poeira no ar
E ele disse que está sem gosto para o amor
que em sua vida amarraram-lhe num coador
Todos os dias sua cidade amanhece encarniçada
com o berro de algumas crianças no decorrer da enxurrada
Diz-se nascido nas caldeiras elétricas catastróficas
de um céu construído por larvas atróficas
Pensa que um dia possa partir daquela lama
e transformar toda a cidade numa grande chama
de roupa surrada e cárie no dente
Lá vem ele com o vício esfumaçado no olhar
tracejando uma nuvem de poeira no ar
E ele disse que está sem gosto para o amor
que em sua vida amarraram-lhe num coador
Todos os dias sua cidade amanhece encarniçada
com o berro de algumas crianças no decorrer da enxurrada
Diz-se nascido nas caldeiras elétricas catastróficas
de um céu construído por larvas atróficas
Pensa que um dia possa partir daquela lama
e transformar toda a cidade numa grande chama
De que cor você vê a minha aura?
...
Abro as portas de um paraíso qualquer
Assim como quem toma emprestada pra si a felicidade
Pego a ternura de teu sorriso e o transporto para o teatro dos oprimidos
Da nascente de teu rio alimentam-se corvos e urubus
As águas que te afogam saem de você por todos os lados,
Saem de teus olhos para inundar os que tem sede e que já nasceram secos!
Não afoguem suas crianças em seus rios sujos,não as deixe secar como o sangue do cara atropelado que virou apenas uma mancha no chão!
Assim como quem toma emprestada pra si a felicidade
Pego a ternura de teu sorriso e o transporto para o teatro dos oprimidos
Da nascente de teu rio alimentam-se corvos e urubus
As águas que te afogam saem de você por todos os lados,
Saem de teus olhos para inundar os que tem sede e que já nasceram secos!
Não afoguem suas crianças em seus rios sujos,não as deixe secar como o sangue do cara atropelado que virou apenas uma mancha no chão!
A trágica morte de Acauã
Já nasce na obra incerta de teu destino de acauã
Nasce cuspida nos confins sórdidos no inicio do inferno
Na empreitada de teu caminho entre as montanhas,
Os sopros de bocas amaldiçoadas a jogam para baixo
É provável que teu topo venha com a morte
Pois já não sente medo
Absorta das pancadas guarda em segredo
Aqueles teus sonhos de menina,que lhes foram arrancados
Vem do berço que não produz leite
Alimentada de pedra que amarra a boca
E entalada na garganta perde a voz
Tua ascensão os faz crescer monstruosamente
Teu declínio os enfraquece
Eles precisam de você para produzir
Precisam de tua fome para prosperar
Fazem alarde do adoecer desse povo
Seguido de banquete
E ela diz:
“Porque você deita em cima de mim,deita e rola em cima da minha cama,fica querendo se aparecer e ser uma coisa que não é,se quando você morrer você vai feder...se é que já não está podre por dentro em vida,porque em cima dessa terra você não é ninguém!
É não é fácil não,eu to fudida e mal paga!”
(essas palavras foram proferidas durante a embriaguez lúcida de uma mulher que conheci,possuía ela no olhar chamas de tristeza e lagrimas que queimavam-lhe a face,numa vermelhidão como a cor de sua camiseta que me ofuscava com uma frase que dizia torpemente:COBAIAS HUMANAS!)
*Acauã:grande ave devoradora de serpentes
Nasce cuspida nos confins sórdidos no inicio do inferno
Na empreitada de teu caminho entre as montanhas,
Os sopros de bocas amaldiçoadas a jogam para baixo
É provável que teu topo venha com a morte
Pois já não sente medo
Absorta das pancadas guarda em segredo
Aqueles teus sonhos de menina,que lhes foram arrancados
Vem do berço que não produz leite
Alimentada de pedra que amarra a boca
E entalada na garganta perde a voz
Tua ascensão os faz crescer monstruosamente
Teu declínio os enfraquece
Eles precisam de você para produzir
Precisam de tua fome para prosperar
Fazem alarde do adoecer desse povo
Seguido de banquete
E ela diz:
“Porque você deita em cima de mim,deita e rola em cima da minha cama,fica querendo se aparecer e ser uma coisa que não é,se quando você morrer você vai feder...se é que já não está podre por dentro em vida,porque em cima dessa terra você não é ninguém!
É não é fácil não,eu to fudida e mal paga!”
(essas palavras foram proferidas durante a embriaguez lúcida de uma mulher que conheci,possuía ela no olhar chamas de tristeza e lagrimas que queimavam-lhe a face,numa vermelhidão como a cor de sua camiseta que me ofuscava com uma frase que dizia torpemente:COBAIAS HUMANAS!)
*Acauã:grande ave devoradora de serpentes
Orquestra em coma
Faz-me desleal o tempo
Com fortes pancadas de descompasso
Joga-me ao desalento
Causando grande estardalhaço
Já passou da hora
De ir-me embora
Dessa caoticidade
Dessa cidade
Do maldizer desse povo
De teu ataque lazarento
Estorvo
Que acorda desvanecido
Pronto ao condicionamento
Enraivecido
A caminho do mutilamento
De teu viver triste e envelhecido
Essas vidas foram jogadas no fundo dos teus armários
Devoradas pelas traças de teus caros tecidos
Ajoelham-se sob teus santuários
Que há tempos foram esquecidos
Fazem murmúrios e preces
Promessas tão ocas quanto teus peitos amortecidos
Para que ao menos um santo se apresse
E acalente novamente teus sonhos depressiativos
E ainda nesse errar de teus pedidos
Tão cuidadosamente mal formulados e articulados
Cruelmente sentidos
Por tudo que aprendeu errado de teus professores condecorados
Foram mortos todos os teus anjos,pelos teus sonhos todos tão mal despidos
Pelo teu coração que se tornou amargo
Pela tua oração de fé roubada
Pelo gosto sujo de teu fardo
Por tuas palavras com timbre de desalmada
Por tua nudez tardia
De gente que fora mal amada
Tal qual uma pobre vadia
Que essa ao menos não sabia de nada
Agora na hora de tua morte implora por redenção
Com o corpo todo arranhado
E tristemente sem uma canção
Chora então já com o sorriso definhado
Pela morte daquele teu pobre anjo que fora dilacerado
Que logo após morrera por teu desdenhoso descuidado
Pelos teu velhos sonhos mal sentidos
Morrera mais uma vez,despedindo-se de teu inferno enfeitado
E de teu céu que se fez partido
Espatifou-se!
Com fortes pancadas de descompasso
Joga-me ao desalento
Causando grande estardalhaço
Já passou da hora
De ir-me embora
Dessa caoticidade
Dessa cidade
Do maldizer desse povo
De teu ataque lazarento
Estorvo
Que acorda desvanecido
Pronto ao condicionamento
Enraivecido
A caminho do mutilamento
De teu viver triste e envelhecido
Essas vidas foram jogadas no fundo dos teus armários
Devoradas pelas traças de teus caros tecidos
Ajoelham-se sob teus santuários
Que há tempos foram esquecidos
Fazem murmúrios e preces
Promessas tão ocas quanto teus peitos amortecidos
Para que ao menos um santo se apresse
E acalente novamente teus sonhos depressiativos
E ainda nesse errar de teus pedidos
Tão cuidadosamente mal formulados e articulados
Cruelmente sentidos
Por tudo que aprendeu errado de teus professores condecorados
Foram mortos todos os teus anjos,pelos teus sonhos todos tão mal despidos
Pelo teu coração que se tornou amargo
Pela tua oração de fé roubada
Pelo gosto sujo de teu fardo
Por tuas palavras com timbre de desalmada
Por tua nudez tardia
De gente que fora mal amada
Tal qual uma pobre vadia
Que essa ao menos não sabia de nada
Agora na hora de tua morte implora por redenção
Com o corpo todo arranhado
E tristemente sem uma canção
Chora então já com o sorriso definhado
Pela morte daquele teu pobre anjo que fora dilacerado
Que logo após morrera por teu desdenhoso descuidado
Pelos teu velhos sonhos mal sentidos
Morrera mais uma vez,despedindo-se de teu inferno enfeitado
E de teu céu que se fez partido
Espatifou-se!
Um conto qualquer...
A violação do corpo,no desprazer de uma abstinência qualquer,na procura desenfreada por algo que os possa alimentar Todas as partes de um alguém destroçados pelo chão,que se retorce quente,frenético,na perdição de um devaneio lúcido,com um olhar de cores violentas,buscando qualquer coisa que os faça sentir vivos Segue-se assim por lugares nefastos,feito de rostos disformes,passando uns pelos outros,variando o gosto das bocas,trocando uns pelos outros,despindo-se as roupas,manchando uns e outros,cobre-se as ancas para machucar...para não se machucar! Divaga-se os quadris com movimentos lentos para uns,posiciona-se as coxas num ato de morte para outros!
...
Te olha o sol com seus raios torpes
Te cega o sol com seus raios devassos
Devastas-te a alma
Levas-te o alimento
Trazendo as sombras para o estômago,
Formando-se um eco
O eco que vaga tenso por seu interior
Põe-se através das nuvens
Trazendo a nebulosidade do tempo
Trazendo uma escuridão tão densa
que já não pode mais ferir-lhe as retinas
Agora fere-lhe a ausência
E enterra-se em sua solidão profunda
Sua confusão sem fim
Enterra-se na terra do desterro
Ateia-se fogo novamente
No clarear da manha
Te cega o sol com seus raios devassos
Devastas-te a alma
Levas-te o alimento
Trazendo as sombras para o estômago,
Formando-se um eco
O eco que vaga tenso por seu interior
Põe-se através das nuvens
Trazendo a nebulosidade do tempo
Trazendo uma escuridão tão densa
que já não pode mais ferir-lhe as retinas
Agora fere-lhe a ausência
E enterra-se em sua solidão profunda
Sua confusão sem fim
Enterra-se na terra do desterro
Ateia-se fogo novamente
No clarear da manha
Porque nem tudo são sonhos...
O que alimenta essas vidas se não se alimenta a cabeça de um estômago vazio ... nem o estômago de um coração despedaçado... tão pouco alimentar o coração despedaçado de uma alma que se perdeu... ou ainda alimentar a alma de quem não mais tem fome?
Sonhos...
Não sei o que sou, saber ignora os mistérios tão profundos em mim,porém percebo-me por vezes perdida,outras por estradas errantes ou ainda em mundos que eu ja nem sei... Me deparo com luzes que ferem meus olhos,mantenho-os abertos... Aperto mãos que transpiram sangue e sujo as minhas... Há ainda os abraços cruéis,de falta de amor,que me sufocam com sua angustia... E vozes que sussurram crimes incertos e me ensurdecem... Vultos e suas energias insólitas... Olhares que quase cegam com seu caos interior... Corações enjaulados com as correntes de seus próprios monstros... Não sei se encontro ou acho que me encontro... Não sei onde nem pra onde... Não sei se sei ou não quero saber... Há coisas lindamente estranhas por aqui,que não contenho meus gritos...e eu berro até que se movam os túmulos inférteis,e continuo a espera de que caiam estrelas do céu para iluminar essas almas amargas... E ainda gritarei para que possa o universo então me engolir,em sua imensidão,em sua vida sem fim,e que me mastigue e se partam outras milhões de estrelas...e que o mundo com suas cores disformes,sua poesia torta,se parta em outros mundos,e que as pessoas desses mundos também sejam feitas em pedaços brilhantes ,para que o universo unifique essas vidas insípidas,para que possam todos serem ametistas no céu!
...
Estava a mostrar os dentes,como a mulher que mostra as coxas na esquina,ainda feita de miséria e dor,iluminadas por candelabros tão obsoletos ,quanto aqueles dentes desconcertantemente desnudos de um desespero aterrador,num sorriso tão estridente quanto aqueles gritos calados,tão surdos,como suas vidas omissas!!!
Música: toma conta de mim!
Alimente sua alma e deixe-a fluir suavemente entre suas entranhas, seduzindo o corpo cansado,flamejando a inércia de seu espírito!
A coisa que fala
Ela queria assistir tv,mas não conseguia porque a coisa estava a falar!
A coisa contava histórias que a perturbavam,pobre mulher que não sabe da importancia da coisa,pobre mulher que vive a tapar os ouvidos!
Pois não é que ficou surda!
Passava então seus dias esparramada na cama,e ela a engolir,com os olhos pregados na televisão,a coisa bem que tentou alertar,mas ela já não ouvia.
Começou a definhar mas não percebia,dai então corria,mas corria errado e caia.
A coisa contava histórias que a perturbavam,pobre mulher que não sabe da importancia da coisa,pobre mulher que vive a tapar os ouvidos!
Pois não é que ficou surda!
Passava então seus dias esparramada na cama,e ela a engolir,com os olhos pregados na televisão,a coisa bem que tentou alertar,mas ela já não ouvia.
Começou a definhar mas não percebia,dai então corria,mas corria errado e caia.
Preciso me encontrar
"...Deixe-me ir /Preciso andar/Vou por aí a procurar/Rir prá não chorar/Se alguém por mim perguntar/Diga que eu só vou voltar/Depois que me encontrar..."
De Candeia...
Salve Cartola!!!
De Candeia...
Salve Cartola!!!
Desconcerto
A máquina de sustentação do corpo está no concerto,andou perdida por esses dias,andou ainda por lugares distantes,está difícil de encontrar o caminho de volta,talvez até nunca volte, talvez não queira realmente voltar,só queira ir. Dizem que foi através de uma conversa com outras máquinas que ela decidiu e disse com um timbre pesado na voz:esse mundo já não o quero mais,aquelas mãos já não me satisfazem,senti durante muito tempo o peso daquele corpo sobre mim,agora estou aqui doente,supostamente doente,parece que minhas teclas estão falhas,que já não produzo como antes,que as palavras que formo estão desconexas! Saia da boca palavras que pareciam erradas,palavras nunca pronunciadas antes,palavras que ao serem proferidas estavam a ferir os ouvidos das outras máquinas,afinal era ela uma máquina doente e estava a fazer muito barulho,havia nela qualquer coisa de maluca. As outras máquinas estavam lá muito felizes,a espera da operação,estavam ansiosas para ficarem bonitas novamente,sem arranhões,sem ferrugem,sem barulho. Havia lá um liquidificador que se achava muito importante em seu papel,dizia ele que estava a sentir muitas saudades daquelas mãos,e que apesar de ter sido arremessado de uma janela,não se importava,pois sentia muita falta do contato com as coisas que eram jogadas para ele. Então a máquina de escrever indagou:qual a sensação de triturar as coisas? O liquidificador respondeu:me sinto importante,homogenizando as coisas,e triturando todos os diferentes. A máquina não compreendia e disse:mas não é preciso tornar tudo igual,as vezes eles querem continuar diferentes. Em tom prepotente respondeu o liquidificador:pois então que continue você com esse seu barulho estranho,com essas palavras amalucadas,e com as teclas tortas,eu quero triturar os diferentes,triturarrrrrrrrrr. Ouviu-se então varias gargalhadas monstruosamente afinadas. Era ela uma máquina de escrever,parecia muito velha perto das outras,parecia cansada,por um momento de loucura até sentiu-se feia,mas era ela muito formosa. Passava dias a observar,na fila de espera,articulando como iria fugir daquele lugar,pensou até em se espatifar,pois para aquelas mãos não queria mais voltar. Agora estava sozinha,podia perceber o olhar condescendente de uma e outra,mas sabia que apesar disso, eram só olhares,ela estava realmente só. Quando finalmente chegara o dia de seu concerto,saia dela sons ainda mais altos,então ela virou para o operante e disse:por favor não me opere!sinto-me doente é daquelas mãos,estou muito lúcida,as palavras que formo são apenas minhas,por isso disseram que estava doente,estou cansada de reproduzir palavras senhor. O senhor olhou-a e disse: maisi qui maquina disaparufusada,essa aqui num devi di tê cuncerto memo não,ta na hora di joga fora! Foi a máquina então para aquele grande liquidificador,a desarticulando cruelmente,triturando-a em pedaaaaços pobrezinha. Passado todo o barulho da violencia,ao meio do silêncio,ouviu-se seu último som que rangia assim: Pois eu num quero ninhum cuncerto,eu nasci pru discuncerto i agora eu to bem filiz purque grunhi bem alto feito porco no abate,e posso vê qui pelu silênciu tudu mundo mi ouviu! O senhor pôde ouvir então qualquer coisa de semelhante entre ele e a máquina e pensou desnorteado,com um sentimento de empatia e dor: Maisi será qui eu fizi bestera?Agora até qui eu intindi u qui essa amalucada tava falanu!
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