Fico me perguntando : O que se passa? De fato passam-se muitas coisas,coisas que não compreendo,não por burrice,não por falta de tato,acho que preciso de uma dose a mais de malícia.Um olhar mais frio,isso acaba comigo!A racionalidade por hora me parece tão irracional.Me suporto na minha emoção,nos meus eternos conflitos,no brega do meu sentimentalismo e fico desnivelando os picos da minha descarga emocional.Me sinto as vezes um tanto tola,mas penso que tolos mesmo são aqueles que fingem não sentir nada,que se mantém num patamar de segurança e estabilidade.Bom mesmo é desestabilizar,possuir a insegurança que se permite arriscar.Vivo aos tombos,ralada e manchada,mas eu acho que eu gosto;desde que eu não perca os dentes é claro.
Há lugares em que somos o apelido,outros nosso próprio nome,há lugares que não podemos ser outro que não sejamos nós mesmos,para não corromper,não nos corromper por tão pouco.
Às vezes corrompemos o corpo, por necessidade,vaidade,luxuria,depravação.Mas é importante que não percamos a dignidade,ainda que a identidade fique falha que não a deixemos cair na falência.A mente desfalecida é um corpo falido;um Estado em declínio.Nos tornamos então outro,um personagem criado para manter o (des)equilibrio da aparência.Eu não quero essa fantasia pobre,vestir rendas ensaiadas,luvas para acenar com um ar mais abrilhantado.As minhas luvas incomodam,o meu vestido de renda rasgado;não quero ser a rainha piranha da festa com o seu príncipe desdentado."Esse mordedor,morde com dentes roubados.Até as suas entranhas são falsas".Fugir da realidade é preciso,dessa brutalidade cotidiana,das relações automatizadas."Com um centímetro cúbico se curam dez sentimentos lúgubres."E que venha a ressaca moral;a inspiração e os bons sentimentos.Dos meus tormentos,Deus me presenteia com olhos sensíveis e eu posso enxergar a beleza que me cerca.
Às vezes corrompemos o corpo, por necessidade,vaidade,luxuria,depravação.Mas é importante que não percamos a dignidade,ainda que a identidade fique falha que não a deixemos cair na falência.A mente desfalecida é um corpo falido;um Estado em declínio.Nos tornamos então outro,um personagem criado para manter o (des)equilibrio da aparência.Eu não quero essa fantasia pobre,vestir rendas ensaiadas,luvas para acenar com um ar mais abrilhantado.As minhas luvas incomodam,o meu vestido de renda rasgado;não quero ser a rainha piranha da festa com o seu príncipe desdentado."Esse mordedor,morde com dentes roubados.Até as suas entranhas são falsas".Fugir da realidade é preciso,dessa brutalidade cotidiana,das relações automatizadas."Com um centímetro cúbico se curam dez sentimentos lúgubres."E que venha a ressaca moral;a inspiração e os bons sentimentos.Dos meus tormentos,Deus me presenteia com olhos sensíveis e eu posso enxergar a beleza que me cerca.
Assinar:
Postagens (Atom)
