É preciso despir os olhares velhos do passado, chamar as visões que por descuido se desprendem,visões que em algum momento flertam com a ilusão de ótica e se lascam!
A minha visão esperneia em um futuro incerto, sucumbe à dúvidas esfumaçadas entre um véu de tintas gastas.
As minhas cores tão gastas, as minhas cores descascadas desnudando o muro da minha casa, a aquarela que possuo na alma, desagua, desaba, mas não se acaba.
Agora, me sinto pálida com tantos rostos sem expressão, com tantas vozes sem coração. Me sinto como os tijolos que sobraram da reforma, quebrados pelo chão; tijolos que desconstroem a construção, meu corpo desconstruido em mutação!

Um comentário:

Anônimo disse...

Ouse!
és uma indigo certamente.
baby essa geração é simplismente assim.
ninguém vai afirmar nada, nem porra de historiador nem babaca cineasta, é uma geração que não ce pode "prever" acontecimentos.
Mas, inda bem que tem o mas!
essa é a onda, agora precisa surfa-la!;]
ass:porra nenhuma!