Este corpo mundano,dando voltas em torno da sua mente e eu a trago para dentro,como a mais forte das fumaças.Eu a deixo entrar vagarosa;que seja tórrida,que seja tóxica.Às vezes sei que vai me ferir fatalmente,mas ainda assim,peço que vá em frente.Todos os espelhos da minha casa,os reflexos que encontro por aí;às vezes não me reconheço.É estranho como posso me sentir bem depois de algum tropeço,quantas cores posso encontrar em cada momento que eu me atracar.E eles me atacam,e eu nem sempre me ligo.Eles quase me matam,e eu nem sempre morro!
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